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A contribuição das empresas para os ODS

Conexões Ethos debate sobre as oportunidades de negócios nesta agenda

30/05/2019

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Se a abertura do Conexões Ethos – Curitiba abordou meio ambiente e no decorrer da manhã temas como cadeia de valor e equidade racial foram debatidos, o painel final “Como as empresas estão contribuindo individualmente para os ODS? Existem oportunidades de negócios nesta agenda?”, amarrou todas essas temáticas através dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável que, por sua vez, contemplam a transversalidade dos temas.

Para dialogar sobre este assunto, Felipe Olivari do Carmo, sócio do Marins de Souza, Leal & Olivari Advogados; Guilherme Augusto Garcia Geronasso, coordenador Ambiental da Ambiensys Gestão Ambiental; Caio Magri, diretor-presidente do Instituto Ethos; e Marcus Figueiredo, diretor executivo da Hi Technologies; trouxeram percepções e análises sobre a questão.

Quanto à forma como os ODS  têm sido tratados aqui no Brasil, os painelistas avaliaram que “no sul do país ainda podemos evoluir muito quanto aos ODS, por isso, a importância de um evento como esse, porque as ações são tímidas”, disse Guilherme Augusto Garcia Geronasso. Já Marcus Figueiredo revelou ser “otimista quanto à forma que as empresas no Paraná estão atuando com relação aos ODS”.

No que se refere a incentivos públicos e políticas que fomentem a adesão a essa agenda, o diretor-presidente do Ethos acredita que “políticas públicas são importantes para universalizar as ações das empresas”. Fala que ganhou o reforço do coordenador Ambiental da Ambiensys Gestão Ambiental: “são necessárias ferramentas de incentivo fiscal para que mais empresas participem”; e do sócio do Marins de Souza, Leal & Olivari Advogados: “hoje o Paraná ainda precisa de um desenvolvimento melhor quanto a relação entre o setor público e as empresas. Precisamos de mais atores e, para tanto, o poder público tem uma importância muito grande”.

Ainda sobre a participação do governo nessa questão, tanto Felipe Olivari, quanto Marcus Figueiredo avaliam que a participação deste ente deva ser assertiva: “Vemos hoje algumas políticas públicas importantes, mas muito escassas”, disse Olivari. “Tento depender o mínimo possível do governo, acredito que se o poder público atrapalhar pouco, já é um ganho. Nós empresas temos que ter o protagonismo das ações”, concluiu Figueiredo.

Por: Rejane Romano, do Instituto Ethos

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