NOTA DE PESAR

Ethos lamenta a morte do jornalista Clóvis Rossi


14/06/2019

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Colunista deixa importante legado para o jornalismo

Na madrugada desta sexta-feira (14), o jornalista e colunista do jornal Folha de S.Paulo, Clóvis Rossi, faleceu em São Paulo, aos 76 anos, em decorrência das complicações após infarto sofrido há uma semana.

Ganhador de vários prêmios jornalísticos como: o Maria Moors Cabot, da Universidade de Columbia, o da Fundação Nuevo Periodismo Ibero-Americano, criado por Gabriel García Márquez, e o Prêmio Ayrton Senna de jornalismo político. É autor dos livros “Clóvis Rossi, Enviado Especial, 25 Anos ao Redor do Mundo” e “O Que é Jornalismo”.
Paulistano, formado pela Faculdade Cásper Líbero, Rossi iniciou a carreira no jornalismo em 1963. Trabalhou nos jornais Correio da Manhã, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil. Teve ainda passagens pelas revistas Isto É e Autoesporte e pelo Jornal da República. Manteve blog no espanhol El País e escrevia para Folha de S.Paulo desde 1980.

“O jornalismo brasileiro perde um de seus principais interlocutores. O olhar aguçado, o pensamento sempre muito bem expresso em seus textos o fizeram ser admirado por profissionais e leitores que valorizam o jornalismo independente e crítico. Foi um permanente defensor das liberdades democráticas. Sempre apoiou as causas do Ethos e com carinho nos chamava de ‘malucos com boa vontade’”. Desejo força aos familiares para enfrentarem esse triste momento”, diz Caio Magri, diretor-presidente do Instituto Ethos.

Clóvis Rossi deixa mulher, três filhos e três netos.

Por: Rejane Romano, do Instituto Ethos

Foto: extraída de vídeo de participação de Clóvis Rossi no programa Conversa com Bial

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