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Projeto Vozes da Moda é revisitado durante a Conferência Ethos

Semana de atividades também inclui as agendas de sustentabilidade e equidade de gênero

19/10/2021

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O Projeto Vozes da Moda apoiou a construção coletiva para a melhoria das condições de trabalho e do desenvolvimento socioeconômico do setor têxtil no agreste de Pernambuco, através da promoção de diálogos entre os diversos setores da sociedade local (empresários, poder público, trabalhadores e trabalhadoras, dirigentes sindicais, membros da sociedade civil, etc.), com a realização de um Fórum cujo objetivo era a identificação de demandas e construção de um plano de ação coletivo.

Com diversas oficinas, o projeto viabilizou a ajuda para diversas pessoas no momento de pandemia. Nesse sentido, o Projeto será revisitado sob a perspectiva da informalidade, junto a diversos outros temas, como a sustentabilidade do bioma Pantanal e a equidade de gênero.

Todos os diálogos podem ser encontrados no canal do Instituto Ethos no YouTube!

Confira a programação da semana:

 

19/10 – 15h: Vozes da Moda – Informalidade, condições de trabalho e atuação sindical no ramo do vestuário

Em sua duração, o Projeto Vozes da Moda buscou a construção de ações coletivas para a melhoria das condições de trabalho e potencialização do desenvolvimento socioeconômico do setor têxtil no agreste de Pernambuco. Para isso, estabeleceu a promoção de diálogo entre diversos setores da sociedade local, na fomentação da construção de um diálogo aberto dentro das demandas da região se juntaram empresários, poder público, trabalhadores e trabalhadoras, dirigentes sindicais e membros da sociedade civil na realização de um Fórum visando a identificação de demandas e construção de um plano coletivo de ação.

Nesse sentido, este bate-papo com Cida Trajano dos Santos, presidente da Confederação Nacional das Trabalhadoras/es do Ramo do Vestuário da CUT (CNTRV) irá abordar temas como informalidade, condições de trabalho e atuação sindical no ramo do vestuário.

Participante:
Cida Trajano dos Santos, presidente da Confederação Nacional das Trabalhadoras/es do Ramo do Vestuário da CUT (CNTRV)

19/10 – 17h: Quadro Bioma Pantanal: Biodiversidade

A atividade é parte de um quadros educativo, oferecida pela Marfrig, com 4 episódios sobre o bioma, em que vamos discutir a importância do bioma para a vida, dentro e fora do Pantanal, a importância das águas e da biodiversidade, as ameaças impostas pelas queimadas e os caminhos de desenvolvimento sustentável através da economia local.

O Pantanal, também chamado de “o reino das águas”, é a maior área úmida continental do planeta. O sistema ainda mantém parte considerável da sua cobertura vegetal nativa, garantindo a sobrevivência de espécies que, em outros biomas, já estão em franco processo de extinção.

O Pantanal é um grande mosaico. Com uma cobertura de vegetação não homogênea, encontramos lá as características da Amazônia, do Cerrado, da Mata Atlântica e do Chaco boliviano. Essa mistura cria as condições ideais para a existência de uma rica biodiversidade, considerada pela UNESCO como Reserva da Biosfera e Patrimônio Natural da Humanidade.

O ciclo das águas rege o Pantanal e interconecta as formas de vida na região. O regime anual de cheias e secas fomenta o suporte sistêmico necessário para garantir a cadeia alimentar dos animais pantaneiros, ofertando abundância de recursos e alimentos. Ainda, garante as condições para a sobrevivência das populações ribeirinhas e da economia da região.

O Pantanal se torna, assim, morada de cerca de 4.700 espécies conhecidas, entre animais e plantas. Os registros contam 263 espécies de peixes, 113 de répteis, 41 de anfíbios, 463 de aves, 1.032 de borboletas e 132 espécies de mamíferos, duas delas, endêmicas.

O bioma é de fundamental importância para o equilíbio ecossistêmico, para a economia, para o Brasil e para os países vizinhos alcançados por sua extensão. Com um equilíbrio ecossistêmico muito frágil, porém, os desafios enfrentados pelo Pantanal para sua preservação têm se intensificado nas últimas décadas. Queimadas, que abrem espaço à força para a pecuária extensiva, e a monocultura e a construção de numerosas barragens, colocam em risco a sobrevivência dos animais e comunidades e causam mudanças profundas e irreparáveis.

O Pantanal abriga também atividades econômicas como o turismo, atividades pesqueiras e agropecuárias, que devem coexistir com os ecossistemas pantaneiros, em um regime cooperativo que favoreça a preservação e o desenvolvimento econômico sustentável da região.

Esta série sobre abordará quatro aspectos do bioma Pantanal : o regime hidrológico, a biodiversidade, as ameaças e a economia.

Vamos discutir a importância do bioma para a vida, dentro e fora do Pantanal, a importância das águas e da biodiversidade, as ameaças impostas pelas queimadas e os caminhos de desenvolvimento sustentável através da economia local, a biodiversidade pantaneira apresenta riqueza de fauna e flora, o barramento de rios, a perda de vegetação nativa, a mudança do clima e atividades econômicas predatórias são ameaças determinantes para a sobreviência do ecossistema, que podem levar à extinção de espécies e à impossibilidade de subsistência para as comunidades pantaneiras integradas ao sistema.

Este episódio tem o objetivo de apresentar as características da fauna e flora pantaneiras, como o ecossistema se organiza a partir do regime das águas e quais são as necessidades e as iniciativas de preservação em curso.

Participante:

Cristina Cuiabália, gerente de Pesquisa e Meio Ambiente do Sesc Pantanal

21/10 – 16h10: Ball Corporation oferece: A pandemia e a promoção da equidade de gênero nas empresas

O objetivo da atividade é fazer um diálogo sobre a equidade de gênero nas empresas e seu contexto na pandemia. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), produzida pelo IBGE, no primeiro trimestre de 2021, 54,5% das mulheres estavam desocupadas, em relação a taxa de 45,5% de desocupação entre os homens. Isso representa um retrocesso de mais de 30 anos no Brasil, retornando aos números da década de 1990.

As meninas e mulheres foram as mais atingidas pela pandemia, além de perderem seus empregos ainda assumiram uma carga grande de trabalhos e afazeres domésticos. Além disso, as mulheres são mais propensas a aceitar trabalhos precarizados, onde possuem pouco, ou nenhum benefício ou segurança trabalhista. Nesse contexto, gerar oportunidades e criar um ambiente inclusivo é o caminho para reinserir essas mulheres, cujas carreiras foram afetadas pela pandemia, no mercado de trabalho. Ampliar a presença delas em diferentes funções, cargos e níveis hierárquicos é extremamente urgente e necessário. Muitas empresas, cientes de sua força transformadora, vêm trabalhando para desenvolver ambientes mais inclusivos onde seus funcionários possam prosperar. Além disso, já foi comprovado que a diversidade entre indivíduos e as equipes ajuda a revelar ideias e estimula a inovação, promovendo o crescimento e o valor em toda a organização. Como as empresas estão trabalhando para mudar essa situação e promover a equidade de gênero? Quais são as alternativas para avançar na recuperação do emprego para as mulheres? Como a educação e a capacitação podem ser ferramentas importante para a promoção da equidade de gênero?

Palestrantes:

Marina Ferro (mediação), gerente-executiva em Práticas Empresarias e Políticas Públicas do Instituto Ethos

Suellen Moraes, gerente de Diversidade e Inclusão da Ball América do Sul

Regina Madalozzo, pesquisadora em economia feminista como associada ao GeFam (Grupo de Estudos em Economia da Família e Gênero)

Acompanhe a Conferência Ethos

Consulte a programação da Conferência no site oficial e acompanhe os painéis ao vivo e gravados no canal do Instituto Ethos no YouTube.

 

Por: Lucas Costa Souza, do Instituto Ethos

Foto: Pexels

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