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O Ethos não parou!

Diretoria do Instituto divulga carta que reforça compromisso com a sociedade civil nesse momento de crise

08/04/2020

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Diante da crise gerada pela pandemia do coronavírus, há uma preocupação com relação a manutenção das ações de responsabilidade social no país: como não deixar que a mobilização de esforços, que os conhecimentos, o advocacy das causas e a pressão ao poder público para melhoria de políticas públicas, sejam estagnados?

As crises econômica e sanitária deixarão marcas nas cidades, na transparência pública, no meio ambiente, nos povos indígenas, nas florestas, nos direitos humanos e nos milhares de desempregados, aprofundando as desigualdades e a miséria, o que, certamente, trará novos desafios pós crise.

Mesmo mantendo o foco nas ações de combate ao coronavírus, o setor empresarial não pode deixar de voltar seu olhar para a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável, por meio do apoio a organizações como o Instituto Ethos.

Por isso, o Instituto Ethos terá suas causas em torno do desenvolvimento sustentável e de uma sociedade mais justa e inclusiva intensificadas. Mesmo com a equipe 100% em home office, o instituto não parou! Ao contrário, ampliou as iniciativas as quais está envolvido.

Conheça a carta da diretoria do Instituto que reforça essa atuação sem desconsiderar os desafios que a atual conjuntura impõe:

O Ethos nāo parou

Plena atuação em home office 100%

De mesma forma que as pequenas e médias empresas em todo o Brasil terão impactos decorrentes da paralisação das atividades econômicas como medida fundamental para frear o avanço da Covid-19, as organizações da sociedade civil, que estão à frente de diferentes causas, também sofrerão duras consequências.

Essa rede de organizações mobiliza esforços, conhecimentos, advogam causas, pressionam o poder público e as empresas, apoiam a melhoria de políticas públicas, dão voz à população, combatem as desigualdades e as violências orquestradas contra os mais indefesos e ainda monitoram a atuação da administração pública e das empresas.

As organizações da sociedade civil têm margem limitada de ação. Algumas podem se valer da possibilidade de adiar em três meses o pagamento do Simples Nacional e do depósito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Além de alterar suas programações, criar novas estratégias para realizar seus projetos, parte das organizações já enfrentam a necessidade de rever despesas e cortar custos. Portanto, adiar o pagamento dos impostos não traz alivio. E o que mais afeta são as suspensões de patrocínios, sobretudo do setor privado, que, muitas vezes, são cancelados a título de contingência ou de direcionamento para causas relacionadas aos mais impactados.

É evidente que em momento de crise, parte do setor consegue mobilizar um tipo espontâneo de doações, como temos visto atualmente para compras de equipamentos hospitalares, construção de hospitais de campanha, para distribuição de kits de higiene e as mais diversas formas de minimizar o sofrimento dos mais pobres.

Outras causas, no entanto, não vão parar! A crise econômica e sanitária deixará marcas profundas nas cidades, na transparência pública, no meio ambiente, nos povos indígenas, nas florestas, nos direitos humanos e nos milhares de desempregados, aprofundando as desigualdades e a miséria extrema. Certamente existirão novos desafios pós crise. O próprio Instituto Ethos terá suas causas em torno do desenvolvimento sustentável e de uma sociedade mais justa e inclusiva intensificadas. O futuro está em disputa e poderemos reeditar nossas escolhas.

Em momentos de crise, em que os valores e princípios são colocados a prova, precisamos que as empresas se mantenham resilientes em suas causas pelo desenvolvimento sustentável. Acompanhe e continue apoiando o trabalho do Instituto Ethos!

O Ethos não pode parar!

Ana Lucia – Diretora-adjunta

Caio Magri – Diretor-presidente

Felipe Saboya – Diretor-adjunto

Foto: Unsplash

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